O vento que entra em minhas entranhas tentando perfurar meu coração com sua lamina tão sonhada por meus irmãos, eu sou sua rejeição o sepulcro sou a dor do mundo, as minhas lagrimas de felicidade são o meu presente em laços de fita vermelho a minha mãe, o mãe obrigado pela vida, obrigado por ser uma libertina, em teus lindos olhos verdes como as matas da Amazônia cresci laçado pelo amor da libertina que me deu a luz, obrigado pelo pecado pela balança de sua alma, minha amada e aventurada mãe ,tão aventurada como as terras em que nasceu, índia da terra das palmeiras proíbidas,arara tetraedro , a ti mãe entrego a minha taça de ouro cheia do meu verdadeiro vinho, pois você é a menina dos lindos olhos , a menina de meus avós,e eu sou seu filho e de meu pai, a quem devo ser igual, com você mãe consigo ver o meu éden e meu Deus interior , hoje sou o príncipe sujo e imundo ,rejeitado pelo berço de ouro injustamente, por ter sangue universal, amanhã serei o homem que respirava fogo sobre os outros homens, o homem que anda segurando apenas aquela linda flor do jardim do esquecimento o segredo de quem sou eu, me desamarrei dos pecados da minha própria carne graças a sua ajuda e de minha irmã e minha avó devo tudo que sou a vocês o aventurado das terras de Brandão ,criado sobre o colo de Fátima e como o toureiro cigano assino a selva de meu sobrenome, a ave que vem antes dele, Billy Ventura .